A “ciumeira” da imprensa bolsonarista: Lula é ovacionado no mundo enquanto país vizinho, Argentina, vira exemplo de destruição

Reestreia de Lula como líder global no combate à fome e pela paz gera ciúmes na imprensa bolsonarista

Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva é recebido em diversos países da Europa como a principal liderança do Sul global — fechando acordos de desenvolvimento e comércio, garantindo soberania energética, atraindo recursos europeus para investimentos e exportando tecnologia de defesa —, o Brasil se coloca como referência nos grandes debates mundiais. O presidente fala com firmeza aos poderosos e pede intervenção para proteger palestinos e libaneses do genocídio promovido por Israel.

Por outro lado, a extrema direita argentina leva o país à falência e a população a comer carne de jegue. Na terra das vacas, o produto passou a ser acessível apenas a uma minoria rica. Subserviente aos Estados Unidos, a Argentina amarga uma crise severa: cerca de 60 mil argentinos cruzam por ano a fronteira com o Brasil em busca de emprego. O país vizinho, assim como o Brasil durante o governo anterior, é um reflexo vivo de como uma imprensa tendenciosa e desinformada pode levar populações a votar contra os próprios interesses.

Nos diálogos com a imprensa local, fica evidente como uma comunicação desqualificada e desinformada transforma fatos positivos em notícias negativas. Afirmar que o presidente Lula gasta demais em viagens é negar o óbvio: o Brasil bate recordes em vendas e contratos milionários ao redor do mundo. A mesma imprensa que critica os gastos com deslocamentos do atual governo fechou os olhos para a gestão Bolsonaro, que viajava para vender a preço de banana o patrimônio brasileiro — como a BR Distribuidora e a refinaria de petróleo da Bahia —, recebia propina em joias e pedras preciosas e ainda teve um avião da comitiva presidencial retido na Espanha por tráfico de cocaína.

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