Alguns membros das Guardas Municipais Brasil a fora são responsáveis por agressões justificada em um amplo aspecto, entre eles: despreparo, condição psicológica para o exercício da função, comando administrativo e componente político para desgaste do Executivo. Há situações violentas praticadas pela Guarda Municipal de Itapetinga – BA, que precisam ser melhor avaliadas levando em consideração os motivos elencados a cima. 
Na penúltima ocorrência que teve repercussão nacional ficou claro o despreparo acompanhado de abuso de autoridade e pior, motivada por problema de caráter pessoal do agente em questão. Essa agora parece ser uma ação espontânea que precisa ser esclarecida. Será que tinha uma orientação do Chefe do Poder Executivo, através do gabinete competente, em uma ação planejada para o perfeito ordenamento do espaço público? O fato se afirma e o estrago está feito e é político, não administrativo.
Nesse contexto, observado a imprensa nacional, não existir maior desgaste político para o Gestor do que o comportamento truculento da Guarda Municipal. A razão de ser do poder político é o atendimento humanizado da população, assim, fica a pergunta, porquê a ação do agente público gerou essa agressividade? Em uma analise politica chamamos a atenção do iniciado governo, Eduardo Hagge, que o fato tem exploração exclusivamente política, por tanto é real manter as decisões que gerem comoção social ao crivo do Prefeito. É um cuidado político que inibe “fogo amigo”; ainda mais uma guarda atrelada ao Gabinete do Prefeito.