Sobre as tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil!

Sobre as tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil!

Uma relação histórica de subserviência norteia a diplomacia brasileira junto aos Estados Unidos. Com o advento do BRICS os países do sul global aceleraram o intercâmbio comercial. Nesse contexto melhorou a capacidade de resistir a investida do Império americano, atenuando essa relação subserviente. A chamada “guerra de tarifas” se intensificou no governo norte-americano, sob a liderança do presidente Donald Trump, adotou uma abordagem protecionista, visando proteger indústrias locais e reduzir o déficit comercial.

Objetivo e consequência:

As tarifas comerciais são impostos aplicados a produtos importados, e seu objetivo é tornar os produtos estrangeiros mais caros, promovendo a compra de produtos nacionais. A guerra de tarifas começou com os EUA impondo tarifas sobre aço e alumínio, afetando diversos países, incluindo o Brasil. Em resposta, o Brasil retaliou com tarifas sobre uma variedade de produtos norte-americanos.

O guru pró tarifaço do presidente Donald Trump, Piter navarro, externa a relação poder sempre apostando alto e sobre ameaça esperando o outro jogador ceder. Essa tática contra a China fracassou e os EUA recuaram, já contra o Japão funcionou. Exemplo de desastre desse comportamento foi sentido contra o Canada. A ação uniu o País e provocou inflação nos Estados Unidos. Hoje pipocam protestos em vários estados americanos contra o aumento de preços e a retiradas de benefícios de saúde da classe média americana. No plano industrial várias unidades quebraram e outras transferiram suas plantas industriais para outros países.

Principais Implicações

  1. Setores Afetados: A indústria brasileira de aço foi uma das mais impactadas, enfrentando dificuldades devido ao aumento dos custos de exportação. Por outro lado, produtos agrícolas brasileiros, como o suco de laranja, café, frutas e a carne, também enfrentaram tarifas elevadas, prejudicando a competitividade no mercado norte-americano.
  2. Impacto Econômico: As tarifas resultaram em aumento de preços para consumidores e empresas em ambos os países. O clima de incerteza também afetou investimentos e a confiança do mercado, dificultando o crescimento econômico em setores chave.
  3. Negociações e Acordos: Ao longo do tempo, houve tentativas de diálogo para resolver as disputas tarifárias. O Brasil buscou a mediação de organismos internacionais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para contestar as tarifas impostas pelos EUA.
  4. Superavit: O curioso é saber que os EUA têm superavit comercial com o Brasil. As tarifas são medidas do governo americano visando equilibrar a balança comercial com nações, sendo assim não justifica tarifar o Brasil. Fora da medida tenta justiçar as tarifas as medidas jurídicas tomadas pelo STF do Brasil e, usando como inocente útil, um deputado brasileiro que conspira contra o Brasil nos EUA, Eduardo Bolsonaro.

A guerra de tarifas entre os Estados Unidos e o Brasil ilustra as complexidades do comércio internacional na era moderna. Enquanto as tarifas visam proteger indústrias locais, elas também podem resultar em consequências indesejadas para consumidores e economias. O futuro das relações comerciais entre os dois países dependerá de negociações eficazes e da disposição de ambas as partes em encontrar soluções que beneficiem a todos. Essa premissa se mostra distante no atual governo americano Donald Trump .2 que com suas ações está ruindo o império americano.

 

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